Outro dia na Praça XV

A gente pode tocar em casas noturnas, em festas fechadas, casamentos e bares. E a gente toca. Mas não tem preço chegar na rua e TCHÃNS! fazer uma surpresa pra quem passa, oferecer um pouco do nosso encantamento com as músicas que amamos de graça pra vocês e sem cobrar por isso (e olha que as contribuições espontâneas às vezes superam muita festa com ingresso cobrado, hein?). A gente gosta de rua. É legal pra gente, que SOLTA nossas músicas preferidas para o mundo, e pra vocês, que têm sempre uma surpresa nova. Longe de nós pensar que isso ‘desvaloriza’ nosso trabalho. Pelo contrário. ‪#‎todosganha‬

Casamento com os Uisqueletos

E como em algum lugar do mundo hoje é Valentine’s Day, fiquem também com aquele clima gostoso de amor: um dos casamentos inesquecíveis nos quais tivemos o prazer de tocar, celebrando o amor da Alexandra e do Théo Aldenucci. O vídeo, aliás, foi produzido e montado pelo casal, nossos parceiros e amigos da Wonderland​ Filmes. Olha que coisa mais linda:

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Alexandra & Théo from Wonderland Filmes on Vimeo.

Celebrar o amor é uma das coisas que a gente mais gosta de fazer! Vocês sabem: a gente toca versões de clássicos atemporais que os noivos curtem, os avós dos noivos curtem e até as crianças da família se divertem. Além da Alexandra e do Théo, a Madê e o Carlos, a Livia e o Leonardo, a Candida e o Leonardo e o Tales e a Vera também nos deram esse presente. E nem precisa ser casamento temático retrô / vintage, não! A gente faz o espetáculo completo em qualquer ocasião, basta ter amor envolvido. Quer saber mais? Entre em contato. Estamos baseados entre o Rio de Janeiro e Niterói, mas sendo no fim de semana, podemos tocar em qualquer lugar do mundo.

Vai casar? Sabe de alguém que vai casar? Chame os Uisqueletos pra animar a festa e a Wonderland pra registrar tudo em imagens e movimento. 😉

Veja também:

– Casório da Alexandra e do Theo no Portal Inesquecível

Nós no Casamentos.com.br

Guia retrô e vintage em Niterói

Bom dia! Os Uisqueletos estão hoje no caderno Niterói do Jornal O Dia, numa matéria fofa sobre lugares em Icaraí que proporcionam verdadeiras viagens no tempo. Que delícia! Obrigada, Inez! Ficamos muito felizes de ter nosso trabalho reconhecido por Niterói também – afinal, 50% da banda é daqui – e apesar do Uisqueletos existir desde 2009, só bem recentemente o público daqui começou a conhecer a gente. Nosso repertório de jazzinhos antigos e sucessos pop embalados como jazzinhos antigos tem agradado os ouvidos mais sensíveis – da criançada, que se amarra nas nossas versões dos Saltimbancos e ‘da música do Balu’, até os avós dessa criançada, que se encantam com os standards, boleros e músicas de trilhas sonoras de filmes que embalaram suas vidas.

Só que a gente acha que faltou gente nessa matéria. Dava mesmo pra fazer um verdadeiro guia retrô e vintage de Niterói. Chegamos até a sugerir alguns nomes, mas a pauta já estava fechada. Como aqui o espaço é nosso, aproveitamos para indicar MAIS serviços, diversões retrô e sons antigos na cidade! 🙂

(e se a gente tiver esquecido de alguém, sempre dá para atualizar)

Ah. Curte lá a gente no Facebook também, que a gente se amarra em fazer playlists e recomendar filmes e eventos bacanas.

Agora, vamos ao guia. Os Uisqueletos recomendam…

Pin-up Tattoo Estúdio 

Como se não bastasse a decoração incrível do estúdio do Gustavo Silvano e da Laila Raeder, o trabalho do Gustavo é ESPECIALIZADO old school – aquelas tatuagens lindas com paleta de cores primárias e traço antiguinho. E a Laila também tatua motivos delicadésimos – pra quem sempre quis tatuar mas morre de medo, com a Laila não dói nada 😉
Lia e Cid atestam, dão fé e decoram o corpo por lá.

Bambolês
Além dos bambolês profissionais decorados artesanalmente que faço e vendo em Niterói e no Centro do Rio, Niterói tem também o lindo trabalho da Odara Bambolês: a Carina Pazoto e a Patricia Favera também organizam encontros e também vendem bambolês lindos! E a querida Pitila Hossman, do Bambolê Arte, está voltando pra cidade em março, trazendo um trabalho fantástico de bambolê com Yoga! Fiquem ligados!
Bicicleta

Bicicleta não acaba combustível, não paga IPVA, continua a mesma desde 1900 e pouco, e sempre vai ser uma opção segura de lazer (e até segura de transporte, principalmente nas ruas estreitas de Icaraí). Conheça o trabalho do Pedal Sonoro, da Bicicletada Niterói e do pessoal do Niterói de Bicicleta, e largue logo esse carro em casa.

Moda

Além do já tradicional bazar da Igreja Anglicana de Icaraí (onde sempre aparecem umas peças incríveis e vintage mesmo), brechós, bazares, lojinhas e ateliês aparecem sempre pela cidade.
Adoro o trabalho da costureira e modelista Simone Tomaz – que, inclusive, já fez algumas peças que andei usando em shows do Uisqueletos. O Vintagers Bazar Retro faz um trabalho bacana de curadoria e garimpo (e também vende online). E no próximo dia 7 de março – anote na agenda! – tem Retrô Sunset em São Francisco, organizado pelo Atelier Daffa e pela Vicentina Vintage Clothing (que também me veste um bocado).

Tio Samba

Amo demais o trabalho dessa orquestra. Com um trabalho dedicado exclusivamente a sambas antigos e congêneres, composições próprias dignas de figurar em bailes de carnaval dos anos 1930 e um time de músicos excelentes, Tio Samba é diversão garantida. E tem a deusa Luciana Lazulli cantando, né? ❤

Bloody Mary & the Munsters

Não estão baseados em Icaraí, mas sempre tocam por aqui também. Com referências bem similares às do Uisqueletos (o Marcus diz que se inspira na gente \o/ ), a vibe da banda é mais rock’n’roll, numa onda mais Imelda May – e a voz da Mariana é uma coisa linda de se ouvir. Bônus: Marcus Ramalho organiza o Rebel Day, que agora tá direto na Região Oceânica, mas é o melhor evento da cidade pra descobrir sons de outras épocas tocados por bandas do Rio e de Niterói.

Eduardo Camacho

Solo, em trio ou com uma big band, o som do Eduardo Camacho é bem o que a gente gosta: tem Johnny Cash, tem Elvis Presley, tem Johnny Burnette, tem música boa! Ouça! Dance! Vá aos shows, que o cara é bom!

https://www.facebook.com/pages/Eduardo-Camacho/133099820097940

Esquecemos alguma coisa? Tem alguma sugestão para dar? Escreva nos comentários, que atualizaremos este post periodicamente!

Presença ilustre na feira da Praça XV

A gente já estava há um tempo pra fazer isso: tocar unplugged na rua, de dia, ao ar livre. Porque a gente gosta, porque as pessoas gostam e porque, tirando Tales, que tem que levar aquele baixo enorme, é prático – ainda mais de dia, que tem transporte, tem movimento, é tranquilão.

Escolhemos a Praça XV porque é central, porque uma parte da banda mora em Niterói e por motivos de FEIRA DE ANTIGUIDADES.

Não avisamos muito, pra não criar expectativa. Foi de surpresa, quem viu, viu. Lia, Cid, Aluizio e Tales.

E a gente viu.

A gente viu a lenda viva da música *E* do sapateado brasileiro, Bob Lester, sorrindo pra gente. Bob se apresentou, sorriu, botou umas moedinhas na case, cantou com a gente super de improviso.

Quem viu, viu. Até porque estávamos muito em êxtase pra filmar.

Mas pelo menos um registro fotográfico a gente tem:

Seu Edgar, 102 anos, mostrou a carteirinha de músico, deu o telefone pra gente, elogiou nosso trabalho.
Olha, a gente até gosta de ser pago quando tem alguém ganhando alguma coisa, cobrando ingresso, ou quando contratam a gente pra algum trabalho muito específico, com repertório específico, porque é uma forma de valorizar o que a gente investe em ensaios, aulas, treino e pesquisa. Mas a gente gosta mesmo é de tocar, a gente faz isso por hobby quando não estamos, cada um, em nossos empregos. A gente quer que as pessoas ouçam as músicas que a gente gosta. A gente quer um mundo com mais Cab Calloway, com mais trilhas de desenhos animados, com mais músicas num volume não-agressivo para agradar a todos, no meio da rua mesmo, porque levar uma música como “Pombo correio” numa levada jazzinho pra uma praça é levar amor. E o mundo tá muito cheio de ódio, gente. Essa é a nossa maneira de ajudar a suavizar um pouco as coisas.
Então, no final das contas, é esse tipo de coisa que paga o que a gente faz. Dar um beijinho na bochecha de Bob Lester e ouvir elogios ao nosso projeto – ele, que tocou COM CARMEN MIRANDA! E foi dançarino do FRANK SINATRA! O feedback, os sorrisos da galera, as pessoas que cumprimentam e parabenizam pelo nosso trabalho, isso não tem preço – sempre. Mas vamos combinar que essa de hoje se juntou aos top momentos da carreira do Uisqueletos, junto com tocar no imperator, ouvir dicas de marketing digital do Chester Whitmore e tirar foto abraçado com Chris Claremont
A gente é low profile. A gente sabe que não vai viver disso mesmo, então a gente não fica fazendo spam no Facebook dos nossos shows. A gente divulgou em cima da hora, porque a gente acordou na vibe de tocar. A gente faz isso por prazer, quando a gente está a fim e quando a gente acredita na causa.
E a gente acredita nessa causa.

E você? Em que causa acredita?

Show de ontem no Teatro Odisséia

Ontem à tarde rolou Bazar Noir no Teatro Odisséia, no Rio de Janeiro. É sempre um prazer tocar com os Uisqueletos lá, a equipe de som da casa sempre nos dá o melhor retorno (e, pelo grau de animação do público, o melhor som pra eles também), e a produção do evento é do maior profissionalismo e fofura.
Pra esse evento – com o tema “Pin-up” – decidi finalmente mandar fazer um vestido que eu queria há uns bons anos, mas jamais teria condições de costurar decentemente sozinha. Acabei encomendando vestido e anágua de armação com a Simone Tomaz, daqui de Niterói, que arrasa muito nas modelagens retrô.
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Vestido pronto, foi a vez de cair dentro da produção de bambolês, já que montei um estande no evento (pra ver se a galera do tight lacing se anima a parar de se espremer naqueles corsets apertados). O estande foi um sucesso – vendi pouco, mas mostrei o trabalho pra muita gente! #win
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Foto do consorte Cid Mesquita
Inclusive, se você não comprou seu bambolê lá, pode encomendar por aqui 😉
Galera rodou bambolê à vontade, encontrei as amigas (obrigada, Julie, pela companhia!), deixei uns reais muito bem gastos numas comprinhas retrô, geek e achocolatadas, papeei um bocado e bebi litros d’água pra preservar a voz… Afinal, tinha show.
E eu precisava pagar de diva no palco :-p
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Essa é do Gustavo Noce, que fez uns cliques lindos do show!
O resultado, pelo menos no feedback que recebemos do público (que dançou pra valer!), foi lindo!
Pena que mais cedo a gente teve um pequeno acidente na cozinha. Mal cheguei em casa e tive que me abraçar com a vassoura (Cid ajudou, tá? Amelice tem limites). Segue aqui um registro do momento “gramurosa até faxinando a casa”:
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E vocês?
Se divertiram no domingo?
Beijos!

Figurino retrô de show – Uisqueletos no Imperator

Esse foi no dia 13 de agosto. A saia foi feita pela Juliane Sousa, do Bazar da Julie.
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Quem sentiu uma vibe “mulher maraBilly” levanta a mão.
Vou começar a postar umas fotos de figurino aqui, já que estamos fazendo vários shows (e eu tou me divertindo brincando de Barbie comigo mesma).
no meu site eu só coloco o meu figurino, claro (he he he). Mas aqui também compartilho os rapazes, impecáveis com as camisas MyBoyDean:
Tocar em eventos do mestre Chacal é sempre uma honra! Que venham os próximos! ❤

* * *

Lembrando que fazemos versões retrô/vintage/jazz de sucessos de todas as épocas, e animamos festas, eventos corporativos e casamentos nos arredores do Rio de Janeiro e Niterói. Entre em contato!

Pra vocês ficarem atentos: Rio Custom Festival foi a maior roubada

A gente ia pedir desculpas a quem foi ao Rio Custom Festival só para ver o Uisqueletos Extravaganza, mas preferimos deixar que a (des)organização do evento fizesse isso.

Quando soubemos do evento, entramos em contato, achamos que seria legal tocar. Afinal, um evento de custom culture, tatuagens, pin-ups e dança burlesca é exatamente o que nós fazemos. Seria garantia de diversão para o público do evento. Mas os produtores só retornaram contato depois que viram a mobilização dos fãs e amigos no facebook querendo que a gente tocasse.

O André, “produtor” do Rio Custom Festival, ligou e disse que gostaria que tocássemos. “Não podemos oferecer nada, mas oferecemos divulgação”. Topamos, porque achamos legal que um evento com essas características acontecesse na cidade. Nosso ÚNICO pedido era tocar à tarde, por volta das 17h. Somos oito e alguns de nós tinham outros compromissos. Como nos foi garantido que o horário seria esse, estava ok.

O que aconteceu aí foi uma sequência de equívocos. Resumindo MUITO a história, às 21h30 nosso show não tinha acontecido ainda por motivos de ‘atrasou cerca de uma hora pra todo mundo, mas quando a gente ia tocar, a organização do evento passou TRÊS outras bandas na frente, que estavam agendadas para tocar depois. Bagunça, falta de respeito e amadorismo. Falta de respeito, sim, porque somos MÚSICOS tanto quando outras bandas que tocaram – temos menos histórico, menos público, mas fazemos questão de ser, ao menos, respeitados, e não pedimos NADA além de um mínimo de rigor no horário. Tudo bem, atrasou pra todo mundo. Entendemos. Sentimos mesmo pelo acidente com um integrande de outra banda. Não é que a gente não esteja sensível a isso (embora a gente tenha certeza que, fosse um de nós, teríamos pedido desculpas e tocado meia noite, mas teríamos visitado o amigo na hora). O problema é que virou bagunça. Começar a passar gente na frente e a gente que se foda está errado. Muito errado. Na hora em que entubaram MAIS uma atração (e essa sem nenhuma justificativa plausível), vimos que não tinha, da parte deles, a menor vontade de respeitar alguém que não fosse da panelinha.

E nem para oferecer um cafezinho.

(a história completa, com considerações sobre agências de comunicação que não entendem de comunicação, está aqui)