Pra vocês ficarem atentos: Rio Custom Festival foi a maior roubada

A gente ia pedir desculpas a quem foi ao Rio Custom Festival só para ver o Uisqueletos Extravaganza, mas preferimos deixar que a (des)organização do evento fizesse isso.

Quando soubemos do evento, entramos em contato, achamos que seria legal tocar. Afinal, um evento de custom culture, tatuagens, pin-ups e dança burlesca é exatamente o que nós fazemos. Seria garantia de diversão para o público do evento. Mas os produtores só retornaram contato depois que viram a mobilização dos fãs e amigos no facebook querendo que a gente tocasse.

O André, “produtor” do Rio Custom Festival, ligou e disse que gostaria que tocássemos. “Não podemos oferecer nada, mas oferecemos divulgação”. Topamos, porque achamos legal que um evento com essas características acontecesse na cidade. Nosso ÚNICO pedido era tocar à tarde, por volta das 17h. Somos oito e alguns de nós tinham outros compromissos. Como nos foi garantido que o horário seria esse, estava ok.

O que aconteceu aí foi uma sequência de equívocos. Resumindo MUITO a história, às 21h30 nosso show não tinha acontecido ainda por motivos de ‘atrasou cerca de uma hora pra todo mundo, mas quando a gente ia tocar, a organização do evento passou TRÊS outras bandas na frente, que estavam agendadas para tocar depois. Bagunça, falta de respeito e amadorismo. Falta de respeito, sim, porque somos MÚSICOS tanto quando outras bandas que tocaram – temos menos histórico, menos público, mas fazemos questão de ser, ao menos, respeitados, e não pedimos NADA além de um mínimo de rigor no horário. Tudo bem, atrasou pra todo mundo. Entendemos. Sentimos mesmo pelo acidente com um integrande de outra banda. Não é que a gente não esteja sensível a isso (embora a gente tenha certeza que, fosse um de nós, teríamos pedido desculpas e tocado meia noite, mas teríamos visitado o amigo na hora). O problema é que virou bagunça. Começar a passar gente na frente e a gente que se foda está errado. Muito errado. Na hora em que entubaram MAIS uma atração (e essa sem nenhuma justificativa plausível), vimos que não tinha, da parte deles, a menor vontade de respeitar alguém que não fosse da panelinha.

E nem para oferecer um cafezinho.

(a história completa, com considerações sobre agências de comunicação que não entendem de comunicação, está aqui)

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